sexta-feira, 8 de abril de 2016



Bom Dia!

Partindo da ideia que lançamos ontem, a respeito de produções audiovisuais de curta duração, daremos início a uma série de estudos relacionados a alguns elementos que compõem o audiovisual.
Sua participação é muito importante, sendo com sugestões, críticas, dúvidas, etc.
Vamos lá! Quem nunca gravou um vídeo no celular? Então por que o medo ou a dúvida de participar desse projeto. Tenho certeza de que ao participar você vai passar a ver o cinema, a tv e outros fazem parte deste universo de uma nova forma.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Desfio!



Na busca de incentivar as produções audiovisuais, estamos lançando um desafio. Espero que todos participem.
Qualquer dúvida entre em contato conosco: contatocinemadegaragem@gmail.com (Skype e e-mail) 
Vamos lá pessoal, todos somos capazes de produzir um vídeo curto.
Os vídeos serão postados em um blog/plataforma criado para esse fim. 

Não esqueçam de divulgar o projeto.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Kbela



KBELA é um curta-metragem de gênero experimental que se ramifica em diferentes linguagens artísticas, como literatura, teatro, e uma de suas inspirações é o filme “Alma no Olho” (1974) de Zózimo Bulbul. Representatividade, empoderamento, autoestima e reconhecimento são disputas que o KBELA se insere, onde o desafio é, a partir da criação de novas narrativas sobre a mulher negra, garantir alguma visibilidade que possa interferir, e quem sabe, alterar efetivamente a realidade.


kbelaofilme@gmail.com

Conheça o Coletivo Agulha!



O Coletivo Agulha foi criado no início de 2014 por um grupo de
artistas, artesãs, arquitetos e cineastas com o objetivo de realizar
intervenções na cidade, usando como ferramentas o crochê e o tricô.

Através das intervenções, o Coletivo busca estabelecer um diálogo
com a cidade, apontando áreas áridas e degradadas e “elogiando” locais
bem conservados e de bom uso publico; ao mesmo tempo, em que oferece
para as pessoas uma experiência de uma cidade mais generosa e
prazerosa.

A página do Coletivo nas redes sociais (instagram e FB) e as reuniões, realizadas em praça pública, atraem regularmente novos colaboradores, que participam indo nos encontros ou fazendo tricô e crochê nas suas casas. 

Os projetos são criados em função da área escolhida para a intervenção.

Projetos já realizados

Largo da Batata – o Coletivo nasceu de uma discussão sobre o recém-
reformado (na época) largo da Batata. Inspirado em coletivos que atuam
na região (“Batata precisa de você” e “ Bancos com encosto para
Sampa”), o Agulha resolveu fazer uma intervenção que chamasse a atenção
das pessoas, mostrando que é possível transformar áreas urbanas
inóspitas e feias em áreas bonitas e agradáveis; que podem ser frequentadas por grupos ou famílias, nos momentos de lazer ou para descansar.

Parque Buenos Aires – O projeto nasceu de uma característica
importante do coletivo que é o trabalho colaborativo. Uma vez por
semana o coletivo se reúne para crochetar na praça Buenos Aires e faz
um convite aberto, que é publicado na página no Facebook. Em um desses encontros, a administradora do parque convidou o coletivo para fazer uma intervenção no aniversário do
parque. As flores e bichos são um “elogio” a um parque aconchegante e
generoso.

Projetos em andamento:

Minhocão –Com o objetivo de colaborar com a discussão sobre o
“destino” do Minhocão, o Coletivo Agulha está preparando um parque de
crochê e tricô, que será instalado no dia 16 de novembro.
O parque, composto por quadrados de crochê e tricô verdes, com
aplicação de flores e bichos, será instalado em uma grade na alça de
acesso que liga o largo Santa Cecília ao elevado Costa e Silva.

Na frente do Parque serão colocadas cadeiras e guarda sois – cobertos
de crochê –para que os visitantes possam apreciar melhor o trabalho e
fazer selfies, com o parque ( painel de crochê ) ao fundo.


Rios de São Paulo – A falta de água e a aridez da cidade são a
motivação do Coletivo para a intervenção que está em fase de criação.
A ideia é fazer um rio com peixes e vegetação de crochê e tricô, na
praça Roosevelt; como parte de um evento mais amplo, feito em
colaboração com outras ONGs, coletivos e organizações, que tem como
foco de atuação o uso consciente da água.



coletivoagulha@gmail.com



quinta-feira, 31 de março de 2016

Cultura na Cesta no Encontro com Fátima Bernardes



Cultura na Cesta

O Cultura na Cesta é um projeto social fruto de uma organização não governamental (ONG). Criado em agosto de 2005, une o basquete com educação e cultura, atendendo aproximadamente 70 crianças de 7 a 16 anos por semana no Cesarão e em Seropédica. Desde 2009, o projeto incluiu o “Ponto da Palavra”, que ajuda alunos com leituras e poesias.

domingo, 27 de março de 2016

CINEMA DE ARCO E FLECHA



1987

Vincent Carelli, antropólogo, indigenista e documentarista franco-brasileiro criou o projeto Vídeo nas Aldeias (VNA).

O Projeto que consistia em levar câmeras VHS às aldeias indígenas no Brasil, tinha o objetivo de apresentar uma ferramenta capaz de se tornar a "VOZ", fortalecendo a identidade e preservar a cultura.

O VNA oferece suporte técnico e financeiro para a produção e difusão dos vídeos, onde o indígena protagoniza não apenas o filme em si, mas todo o processo fílmico, o que promove a abertura para novos espaços de diálogo cultural.

Cada povo apresente uma forma particular de lidar com a filmografia.

O VNA tornou-se um centro de produção de vídeos e uma escola de formação audiovisual para a população indígena.

Possui um acervo audiovisual relacionado aos povos indígenas no Brasil, com filmes premiados nacional e internacionalmente, o que o torna referência no assunto.

       

sábado, 26 de março de 2016

TEATRO DE RUA



A utilização de todo espaço aberto (parques, praças, estação de metrô, ruas, etc.)

Espaço Urbano nos oferece muito mais do que um palco, mas também elementos cênicos.

Teatro nasceu na Rua, originário da Grécia Antiga, onde a cena era a representação de problemas da pólis e dos cidadãos.

O Teatro tornou-se profissional no período Renascentista, seguido pela burguesia, passando a ser um espetáculo fechado (Espaço Teatral Restrito ou Edifício Teatral). Uma forma de elitização da arte.

Principais Motivações do Teatro de Rua:

• Levar o teatro às pessoas que não tem acesso.

• Teatro político.

• Heterogenia de público (diversas faixas etárias, classes sociais, nível cultural)
Por esse motivo, o Teatro de Rua deve ser focado nesta heterogenia.

A rua como espaço cênico deve ser pensada de forma minuciosa para que seja aproveitada ao máximo (cenário, elementos cênicos, interação com o público, etc.)

O Teatro de Rua é uma forma de descentralização desta arte, a fim de levá-la a vários tipos de pessoas e locais, isto é, humanizá-lo colocando o ator em contato direto com o público, uma verdadeira intervenção em busca de unidade.

Tem o poder de agir em meio a toda agitação urbana, dando aos transeuntes uma oportunidade de sonhar e refletir sobre o seu papel na história da cidade.

No Brasil

Surgiu como a Voz conta a ditadura nos anos 1980, pós-regime militar, voltado aos movimentos políticos.

Atualmente, possui uma postura muito mais estética e movimentos sociais.

Existem grupos que além de ajudar as comunidades locais onde atuam, as "adotam", revitalizando os mesmos, levando melhorias e segurança aos moradores.
Alceu Valença Conta Detalhes de Seu Primeiro Filme "A Luneta do Tempo"






Trailer "A Luneta do Tempo"


segunda-feira, 21 de março de 2016

Sarau V


O Sarau V tem a finalidade de promover uma experiência coletiva e libertadora com relação à cultura e o cotidiano. Através de intervenções artísticas e bate-papo, tentamos provocar o exercitar da consciência de cada indivíduo, não enquanto ser individual, mas enquanto ser social, ou seja, em suas relações diárias. Com ênfase na cultura popular local de cada região, mas, também na compreensão das culturas dominantes. Queremos discutir nossa Cidade através da Cultura e Ocupação Urbana. 

Na rua se respira poesia

Contato: janaa.tavaresv@gmail.com

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domingo, 20 de março de 2016

sábado, 19 de março de 2016

Astro Venga - Música Urbana




Rio de Janeiro - RJ

Astro Venga é uma banda móvel-sustentável, um projeto vivo de instalação em meio ao caos urbano.
Um trio que se completa na afinidade musical e na experimentação.Tutuka, Christian Dias e Antônio Paoli guiam seus Astro-Móveis em busca das ruas, em obra musical pela cidade.
Temas nacionais e internacionais, juntos, na mesma versão. Astro Venga. Funk Garagem em fusão, em versões autênticas e performances viscerais.

"O nome Astro Venga vem da palavra estrovenga. Na verdade tem outros significados. Você lá no dicionário vê que significa o órgão genital masculino. Eu acho que tem a ver porque a gente tem um vigor bem masculino mesmo no nosso som." - Antonio Paoli

Antonio Paoli: Baixo / Christian Dias: Guitarra / Tutuka: Bateria

www.soundcloud.com/astro-venga
https://instagram.com/astrovenga/
www.youtube.com/c/AstroVenga

Contato:
(21) 99981-4799
contatoastrovenga@gmail.com

Clique no Ícone e Assista um Trecho de Astro Venga no Canal Bis

Música Urbana


Tem como maior desafio conquistar o público, chamando a atenção dos transeuntes para aquilo que se está a executar.

A música em espaços públicos ganha cada dia mais personalidade e recruta novos adeptos. O que estimula cada vez mais os músicos, pela heterogenia do público.


sexta-feira, 18 de março de 2016

Sociedade dos Poetas Mortos

Eis aqui a indicação de um excelente filme para se levar até a sala de aula e criar um debate sobre valores. O jovem sendo levado a pensar, mostrando que é capaz!

A Arte sendo marginalizada por parte do sistema capitalista. O homem autômato, condicionado à produção (reprodução) dos valores de troca, tornando-se totalmente dependente e submisso a tal sistema.
Todo aquele que busca trilhar na contramão, é tratado como inútil,subversivo, principalmente se envolvido com a Arte.


quinta-feira, 17 de março de 2016

Cinema de Guerrilha da Baixada

Um açougueiro. Um funcionário público. Um câmera amador. Eles tinham uma câmera e algumas ideias, e, juntos, em uma mesa de bar, fundaram o Cinema de Guerrilha da Baixada. A ideia era falar de São João de Meriti, município periférico à capital carioca, um dos maiores da Grande Rio de Janeiro. Desde então, tratando dos habitantes, do cotidiano e das particularidades da região, o CGB já soma 37 curtas, 208 participações em festivais pelo Brasil e no exterior, além de um cineclube e algumas oficinas. Este episódio do Sala de Notícias pretende revelar as nuances deste movimento. 

Direção: Marina Pessanha e José de Aguiar




terça-feira, 15 de março de 2016

Teaser do Filme "Uretano no Asfalto"

URETANO NO ASFALTO - Trailer from Grama Filmes on Vimeo.

Buscando resgatar a história do Skate, o Documentário Uretano no Asfalto volta aos anos 70, onde o Skate começava a tomar forma no Brasil. Nessa época o Skate tinha um propósito mais recreativo, onde os mini cruisers ainda em desenvolvimento eram os principais modelos utilizados pelos Skatistas.

Nada de manobras, apenas ladeiras e calçadas eram usadas para literalmente andar de Skate. Se isso ainda é maneiro de fazer hoje, imagine na época em que a coisa ainda era nova e desconhecida para muitas pessoas?!

quinta-feira, 10 de março de 2016

Parkour



Prática esportiva que exige ao praticante mover-se de forma rápida e eficaz, a fim de superar obstáculos construídos (arquitetônicos) e/ou naturais (troncos, árvores, etc.)

O parkour possibilita o autoconhecimento, a concentração, da força, raciocínio, agilidade e destreza.

Flow



Uma rima, um movimento, um traço. A voz da contestação, a alegria do corpo e o desenho da alma. O RAP, o break e o grafite. As inspirações e as influências de quem vive o movimento Hip Hop. A cultura de Rua na vitrine da sua TV.






quarta-feira, 9 de março de 2016

Projeto - Construindo Sua Própria Mini Rampa

Material:

Compensados Navais (220cm x 160cm)

Madeirits (110cm x 220cm)

MDF (183cm x 275cm)

Caibros (35cm x 70cm)

Dimensões da Mini Rampa Sugerida no Projeto:

150cm de Altura, Flat de 240cm e 120cm de Plataforma.

A estrutura modular pode ter largura variável, de acordo com o desejado, combinando módulos de 160cm e/ou 220cm de largura, variando entre 320cm, 380cm ou 440cm (medida adotada no projeto). O Flat também pode variar de acordo com o gosto pessoal de cada um. No projeto sugerimos 240cm.


A primeira coisa a ser feita é desenhar o template da transição. O raio sugerido é de 2.10cm. O ideal é usar compensado naval de 20mm, para dar um boa base para a estrutura.




Risque a transição iniciando nos 3.5cm do compensado até chegar aos 1.50. Com um corte perpendicular você já tem a sua transição pronta. Rebata no outro lado do compensado e corte a segunda transição. Repita o processo até obter 8 transições. Calcule e marque os locais onde os caibros serão colocados, com um intervalo de 20cm.

O próximo passo é montar os esqueletos de cada quarter unindo as duas transições com os caibros, que devem ser colocados no sentido longitudinal, com excessão do caibro que receberá o coping.

Monte as estruturas da plataforma, que serão cobertas com madeirit 10mm, e a do flat, que será revestido, juntamente com as transições, com 2 camadas de compensado 10mm e 6 mm.

Uma vez que cada módulo estiver pronto, monte a estrutura unindo com parafusos os quarters entre si e ao flat.





Ao fixar o coping atente para quanto quer que ele seja saltado, se quer mais acima ou no mesmo plano que a plataforma.

Coping bom tem de ter POP!



O tamanho do coping é de aproximadamente 50mm.

Recorte um dente na quina na transição para que o coping encaixe com precisão. Você pode regular a distância e altura do coping através do posicionamento do caibro de sustentação.
Revestimento

A primeira camada de revestimento é feita com compensado naval de 10mm. Atente para o detalhe que cada emenda dos compensados deve ficar em cima de um caibro. Uma boa idéia para evitar imperfeições como trancos é duplicar os caibros a cada emenda do compensado. A segunda camada de 6mm amarra toda a superfície, cobrindo as emendas da camada de baixo.


terça-feira, 8 de março de 2016

O Uso de Ferramentas Sociais Eletrônicas




Mídia (Meio de Comunicação de Massa)
Estrutura formada  por canais ou ferramentas de armazenamento e/ou transmissão de informações ou dados.

O Universo dos Meios de Comunicação
Processo social de troca de mensagens, mediante um canal contextualizado, onde as pessoas, em determinado ambiente cultural, trocam signos e significados.

Fotonovela!


• Fotonovela

Novelas em quadrinhos que misturam, no lugar dos desenhos, fotografias, de forma a contar, sequencialmente, uma história.

Brasil entre 1950 e 1970

Imprensa popular feminina.

Apresenta uma narrativa que utiliza em conjunto a fotografia e o texto verbal.
Como os quadrinhos, cada quadro corresponde a uma cena da história (fotografia com mensagem textual).

Vamos fazer uma Fotonovela?
Entre em contato conosco e solicite uma Oficina de Fotonovela.

segunda-feira, 7 de março de 2016

Fanzine!


  • Fanzine
Junção de duas palavras FANATIC e MAGAZINE.

Revista de fanático ou revista de fã.
Publicação feita pelo fã, de caráter amador, buscando o contato com outros fanzineiros ou apreciadores.
No fanzine, o editor tem total liberdade para expressar sua ideia e pensamentos sem restrições, podendo variar formato, número de páginas, prazos de publicação.

domingo, 6 de março de 2016

Os Yuppies



 Sinopse: O pentacampeão mundial de skate downhill, Sergio Yuppie e seus 3 filhos caem na estrada. No roteiro, ladeiras do Sul do Brasil, Argentina e Chile. À bordo de uma Kombi (Mimosa), eles vão descer as ladeiras inéditas.



sábado, 5 de março de 2016

Aqui o Jovem é Levado à Sério!


Até quando vamos ouvir essa sentença e aceitarmos de cabeça baixa?
Se você, assim como nós, se sente incomodado em ouvir dizer que nossa juventude está perdida, junte-se a nós e vamos mostrar que a nossa juventude é uma grande potência.
Faça parte!